Desde criança, acompanhei minha mãe
costurando e fabricando bonecas de tecido, bichinhos de pelúcia. Lembro-me de
que ela tinha muitas encomendas e que viver rodeada de trabalhos manuais era
bem comum pra mim. Ela foi, e ainda é, minha fonte inspiradora. Seu incentivo
foi fundamental para que eu também me aventurasse neste mundo do artesanato.
Aos sete anos, lembro-me debruçada sobre a mesa da cozinha, pintando uma menina
numa camiseta. Meu primeiro trabalho!
Depois vieram panos de prato, peças em
tricô, bicos de crochê, porta joias forrados, flores feitas em tecido, entre
outros. Além da Dona Nadir, também fui muito incentivada pela minha tia Edy (in memoriam),
que junto com sua filha, fazia diferentes tipos de trabalhos manuais, e, com
frequência me ensinava algo novo. Realmente, aquilo tudo me fascinava!
Com o passar dos anos, posso dizer que
praticamente abandonei a maioria dos trabalhos manuais, com exceção do tricô,
que me ajudava a fazer minha higiene mental, quando o nível de exigência no
dia-a-dia estava alto.
No final do ano passado, decidi participar
de alguns cursos e matar aquela vontade, há anos adormecida no intrínseco do
meu ser. Como é bom poder viver esta sensação de poder e de saber produzir algo
com minhas próprias mãos.
Agora, compartilho aqui um pouco do que já
fiz. Espero que aprecie.
Abraços.
Carine
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